Esta noite ficou provado, uma vez mais, que Portugal anda sem sorte. Seja nos políticos, nos governantes, ...bem, agora até ao futebol chegou esta maré de azar.
Muitos criticam a maneira como a nossa selecção pode ter abordado a partida, principalmente na primeira parte onde se viu uma equipa (visto bem as coisas, foram ambas) a jogar dum modo muito calculista. Mas contra esta Alemanha era impossível jogar doutra maneira, a não ser que quiséssemos ser humilhados.
Duas bolas aos ferros, um golo sofrido onde o cruzamento que o deu origem sofre um desvio num jogador português, ... será sinal de sorte? Definitivamente não. O azar anda por estes lados.
Portugal teve uma grande resposta ao golo sofrido, e uma vez mais como se tem assistido nas ultimas partidas, a bola tende a fugir das redes adversárias.
Até no árbitro tivemos azar (francês + futebol + portugal = lixar a vida aos portugueses) , não porque teve influência directa no resultado final, mas sim porque se pedia alguém com mais experiência para um jogo deste nível, e isso viu-se em determinadas ocasiões da partida onde o critério não foi o mesmo.
Uma nota ao polvo Paulo...não voltes a trair a tua pátria.
Se jogarem como hoje, podem ir longe.
FORÇA PORTUGAL!
sábado, 9 de junho de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Reflexão
Estamos numa tarde de primavera, que decidiu mascarar-se duma tarde de inverno. O céu está cheio de nuvens, no entanto, a brisa trazida pelo vento e o som das folhas das árvores traz-me uma forte sensação de paz e tranquilidade. Tranquilidade que bem necessito nestes últimos tempos.
O vento parece levar para bem longe qualquer sentimento mau, daqueles que por vezes nos incomodam. Assim, consigo sentir-me quase feliz...
Na rua, algumas crianças passeiam bem agasalhadas, alguns cães brincam entre as plantas, saltam muros, ladram e imensos pássaros fazem uma fantástica melodia vinda do seu chilrear enquanto ziguezagueiam entre eles e por entre os ramos das árvores.
O ar 'puro' que vem da rua ao meu encontro e me "bate" enquanto estou na janela, enche o meu peito de alegria e até de esperança, mas… apesar disso, eu, sinto-me quase feliz…
Não sei ao certo o que me falta, bens materiais não são. São até demais, os privilégios que a nossa geração tem. Graças a isso deixamos de dar valor a outras (grandes) coisas que nos rodeiam, e que nos faz mais felizes. Amigos? Bem, esses não são muitos. Apenas os necessários, aqueles que sei que posso sempre contar.
Começo a reflectir sobre aquele meu estranho sentimento e não demorei muito para perceber que, o que me faltava para estar feliz era a necessidade de ir ao encontro, pela brisa da manhã enquanto ouço música e penso na vida, de um dos sítios que melhor me faz.
Descobri isso e suspirei de alívio, pois sei que em breve vou ao teu encontro.
O vento parece levar para bem longe qualquer sentimento mau, daqueles que por vezes nos incomodam. Assim, consigo sentir-me quase feliz...
Na rua, algumas crianças passeiam bem agasalhadas, alguns cães brincam entre as plantas, saltam muros, ladram e imensos pássaros fazem uma fantástica melodia vinda do seu chilrear enquanto ziguezagueiam entre eles e por entre os ramos das árvores.
O ar 'puro' que vem da rua ao meu encontro e me "bate" enquanto estou na janela, enche o meu peito de alegria e até de esperança, mas… apesar disso, eu, sinto-me quase feliz…
Não sei ao certo o que me falta, bens materiais não são. São até demais, os privilégios que a nossa geração tem. Graças a isso deixamos de dar valor a outras (grandes) coisas que nos rodeiam, e que nos faz mais felizes. Amigos? Bem, esses não são muitos. Apenas os necessários, aqueles que sei que posso sempre contar.
Começo a reflectir sobre aquele meu estranho sentimento e não demorei muito para perceber que, o que me faltava para estar feliz era a necessidade de ir ao encontro, pela brisa da manhã enquanto ouço música e penso na vida, de um dos sítios que melhor me faz.
Descobri isso e suspirei de alívio, pois sei que em breve vou ao teu encontro.
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